1.4 - A invasão do Templo de Hibris
Ogus chegou ao palácio pior do que nunca. A bebida do velho bardo era realmente forte e penetrante, parecia até um feitiço. Mas quando viu o templo algo lhe subiu a cabeça alem da bebida. Seu sorriso foi embora. E somente o olhar do jovem sendo levado para a ficou em sua mente. Algo deveria ser feito, pensou o gordo homem de Comyr. Ele não podia deixar que o velho devorasse mais esse garoto. Era injusto para sua índole.
Ele então, em uma atitude repentina começou a esmurrar a porta. Não demorou para que ela abrisse.
Ao entrar sobre a nave o jovem escravo apareceu assustador, tentando retirá-lo de lá, dizia palavras murmuradas, com uma voz fina e envergonhada.
- Perdoe-me Octavus pelo que vou fazer, mas esse menino não deveria ser mais um alvo deste velho amaldiçoado e nefasto e por isso irei liberta-lo roubando de seu estranho mestre – Disse Ogus, olhando para a imagem do Grande e Poderoso Octavus, Deus dos Homens e maior Deus entre todos.
Ogus então juntou o menino nos braços, com medo, a criança escrava se debatia e falava palavras sem sentido. Até mesmo antes de sair Ogus pode perceber o velho clérigo no canto da escura construção, com seus olhos ardendo em uma brasa prateada enquanto pronunciava palavras sussurradas sobre o vento. Seria uma maldição?
O grande guerreiro o encarou com despreso e a mesma altura, ajeitou o pobre menino escravos em seus braços e o olhou com um sorriso largo. Disse:
- Vamos garoto, vamos sair daqui.
Sairam do lugar deixando uma porte estourada, uma garrafa de bebida quebrada e um Clérigo sobre as sombras.
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